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Educação financeira

Já pensou em trocar uma dívida mais cara por outra mais barata?

Educação financeira - Condições para o PP-2

Quem tem dívidas sabe o custo delas no orçamento. Mas o que pouca gente presta atenção é que muitas vezes é possível reduzir os gastos ao trocar um empréstimo mais caro por outro mais barato. Ou seja, substituir um financiamento com juros maiores por outro com taxas menores.

O juro de um crédito pessoal, por exemplo, foi de 6,6% ao mês em junho, segundo dados do Banco Central. A conta saiu ainda mais cara para quem usou o cheque especial ou recorreu ao dinheiro de plástico: taxa de 12,4% ao mês, no primeiro caso, e de 12,1% no rotativo do cartão de crédito.

Para quem tem dívida nessas modalidades, a melhor opção é conseguir um novo empréstimo com custo menor e usar o dinheiro para pagar a dívida antiga. Assim, as prestações são substituídas por outras menores.

O empréstimo consignado é apontado por especialistas em finanças pessoais como uma das melhores alternativas para quem está precisando de dinheiro. É um tipo de crédito em que as parcelas são descontadas automaticamente no contracheque. Este financiamento é um dos mais baratos do mercado: a garantia do pagamento é o que explica o juro menor, já que o risco de inadimplência é mínimo.

A Petros oferece o empréstimo consignado aos participantes de vários planos e com uma grande vantagem: um custo muito mais baixo que o cobrado em outras instituições. Segundo dados do Banco Central, em junho a taxa média do mercado para crédito consignado foi de 1,9% ao mês. Na Petros, os participantes do Plano Petros-2, por exemplo, um dos maiores da Fundação, pagam taxa de 0,59% mais o IPCA (inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo), para valores dentro da reserva que têm na Fundação, e de 0,90% + IPCA, para empréstimos com valores acima do acumulado no plano.

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Como a Petros usa o IPCA de dois meses antes, em junho o participante do PP-2 pagou juros de 0,81% (o IPCA de março foi 0,22%) contra quase 2% da média do mercado para empréstimo com desconto em folha.

Assim, considerando as taxas praticadas no mercado em junho, uma dívida de R$ 1.000 no rotativo do cartão de crédito saltava para R$ 1.121 no período de um mês. Se o consumidor usasse o cheque especial para quitá-la, pagaria, 30 dias depois, R$ 1.124. Se pegasse um empréstimo consignado na Petros, os R$ 1.000 teriam um custo bem menor no mesmo período: R$1.008,10 para empréstimo dentro da reserva e R$ 1.011,20 para empréstimo acima da reserva, não considerando os demais encargos do contrato e o IOF em nenhum dos cálculos.

Quem ficasse devendo R$ 10 mil no cheque especial, pagaria R$ 11.240 um mês depois. No rotativo do cartão de crédito, a mesma dívida subiria para R$ 11.210. Na Petros, quem precisasse de R$ 10 mil, poderia quitar um saldo com a Fundação de R$ 10.081,00 ao fim de um mês, se tivesse valor equivalente na reserva, e de R$ 10.112, caso o empréstimo ficasse acima de sua reserva pessoal, também não considerando os demais encargos e o IOF nos cálculos.

As taxas do PP-2, oferecidas aos ativos, aposentados e pensionistas, também são usadas nos planos Petros do Sistema Petrobras-Repactuados (PPSP-R) e Petros do Sistema Petrobras-Não Repactuados (PPSP-NR). Participantes dos planos Anapar, FiepPrev, IBPPrev, Sanasa, PTAPrev, TermoPrev, Ultrafértil, Lanxess e Nitriflex/Lanxess também têm acesso a empréstimos em condições favoráveis, mas as taxas variam de plano para plano. Todos os empréstimos podem ser pagos em até dez anos, mas o participante precisa ter margem consignável para desconto da prestação.

O valor máximo chega a R$ 158 mil para empréstimos dentro da reserva e até R$ 50 mil para quem ainda não acumulou uma reserva mínima para os planos PP-2, PPSP-R, PPSP-NR. Nos outros planos, o valor varia de acordo com o regulamento.

Os empréstimos podem ser solicitados na Área do Participante do Portal Petros ou pela Central de Relacionamento (0800 025 3545).

 

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