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Investimentos / Conselheiros em empresas
Conselheiros em empresas

Desde abril de 2017, a Petros conta com uma política para seleção de conselheiros fiscais e de administração para as empresas em que tem participação relevante, que valoriza a experiência profissional e privilegia a indicação de especialistas de mercado.

Com isso, a Fundação passou a fazer uma seleção de conselheiros independentes, ranqueados a partir de rígidos critérios que avaliam sua formação acadêmica, sua trajetória corporativa, sua disponibilidade para dedicação à atividade e seu grau de conhecimento sobre as atividades-fim da companhia na qual será conselheiro. O objetivo da Petros é ter nos conselhos das empresas em que investe profissionais com especialização, experiência e independência, capazes de ter uma atuação mais eficaz para gerar valor para os investimentos.

Hoje, todos os representantes remunerados da Petros em conselhos fiscais ou de administração de empresas são profissionais sem vínculo empregatício com a Fundação, ou seja, 100% deles são externos. Isso contribui para evitar potencial conflito de interesses — principalmente quando há oportunidade de venda de ativo — em função da presença de membros da gestão da Petros nesses conselhos.

A indicação de candidatos a conselheiro é feita por integrantes dos conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros, que contam com representantes da patrocinadora e dos participantes, pela Diretoria Executiva ou por empregados da Fundação.

Todas as indicações são submetidas a um processo de análise e ranqueamento. Também são consideradas experiência executiva em grandes companhias, certificações e participação em conselhos de empresas de grande porte. Embora a política de seleção de conselheiros permita que cada um dos escolhidos participe como membro titular de até dois conselhos, nenhum deles está ocupando mais de uma vaga. Isso possibilita maior dedicação ao cargo.

A política de escolha de conselheiros faz parte de um conjunto de medidas para o aperfeiçoamento da governança. Por isso, além do ranqueamento dos quesitos técnicos, é exigida conformidade com a Política de Conflitos de Interesses, que estabelece princípios para proteger a Fundação de situações relacionadas a potenciais conflitos de in