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Governança / Esclarecimentos aos participantes
Esclarecimentos aos participantes

 

A Petros reúne aqui neste espaço esclarecimentos aos participantes sobre diferentes assuntos.

 

  • Investimentos no exterior

    Em relação à nota “Petros vai investir em ativos no exterior”, publicada na coluna Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, em 24/11/2019, que afirma que a Fundação vai aplicar 10% nesta modalidade de investimentos, a Petros esclarece que:

    • As Políticas de Investimentos da Fundação ainda estão sendo elaboradas, portanto, não há uma definição sobre os novos parâmetros de aplicação em investimentos no exterior;
       
    • A Fundação estuda adotar em suas Políticas de Investimentos o limite máximo estabelecido pela legislação (Resolução CMN 4.661/18), que é de 10% — limite considerado baixo por especialistas;

    • A proposta, quando finalizada, será submetida à Diretoria Executiva e, se aprovada, encaminhada ao Conselho Deliberativo, órgão responsável pela aprovação das Políticas de Investimentos;

    • A eventual aprovação de um limite mais amplo não implica, necessariamente, efetivar a alocação. Isso vai depender de (1) estudo de alocação de ativos de cada plano, que contempla uma análise da carteira total de ativos em uma fronteira eficiente otimizada, para obter um portfólio que minimize o risco de déficit e, ao mesmo tempo, tenha chance de atingir a meta atuarial com o menor risco possível e, (2) avaliação das condições de mercado, tanto no que se refere à taxa de câmbio quanto aos ativos no exterior a serem adquiridos;

    • Cabe destacar também que qualquer aplicação nesta modalidade será realizada de forma cuidadosa, seguindo processos robustos de governança na decisão dos investimentos, que sempre leva em consideração as perspectivas do mercado tanto no cenário base quanto nos cenários alternativos, um exercício que engloba as perspectivas de apreciação do dólar frente ao real e a trajetória esperada dos preços dos ativos no exterior;

    • Vale ressaltar que investir no exterior é uma estratégia para aumentar a diversificação de riscos, permitindo maior sofisticação do portfólio na medida em que cria uma proteção para as carteiras dos planos, dado que esses investimentos possuem baixa correlação com ativos locais, e a taxa de câmbio tende a subir quando os ativos brasileiros perdem valor. Essas características do investimento no exterior melhoram a distribuição esperada dos retornos da carteira total;

    • É importante lembrar que, atualmente, a Petros não conta com investimentos no exterior e que as estratégias de alocação levam em consideração o perfil dos planos administrados pela Fundação. Além disso, qualquer tipo de alocação será submetida à aprovação da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo, instância máxima de governança da Petros;

    • Por fim, a Petros reforça que a atual gestão está empenhada em buscar a melhor rentabilidade para o patrimônio dos participantes, atuando com diligência na administração dos recursos, em linha com as boas práticas de governança nos investimentos.

     

  • Informações sobre o PED

    Conforme divulgado aos participantes em 27/9/2019, no comunicado “STJ suspende todas as liminares que alteram as contribuições para o PED”, os planos Petros do Sistema Petrobras-Repactuados (PPSP-R) e Petros do Sistema Petrobras-Não Repactuados (PPSP-NR) deixaram de arrecadar, de março de 2018 a julho de 2019, a importância de R$ 2.131.347.279,00 em função de liminares que pedem redução ou suspensão das contribuições extraordinárias. Esse valor representa mais da metade do montante previsto de arrecadação do Plano de Equacionamento do Déficit (PED) para o período.

    A Petros cumpre o valor estabelecido no PED e esclarece que o total arrecadado anualmente pelos planos é maior nos primeiros anos em que o equacionamento está em vigor, e, à medida que o tempo avança, vai reduzindo gradualmente. Isso ocorre devido à conjunção de dois fatores: redução do número de participantes ativos e assistidos dos planos devido à taxa de mortalidade e mudança da situação dos mesmos no plano – de ativos para aposentados e de aposentados para pensionistas. Quando os participantes se aposentam, embora continuem pagando a mesma alíquota de contribuição, o valor do desconto reduz porque a renda do benefício de aposentadoria é menor que a do salário. Além disso, há alteração quando o participante morre e deixa pensionista, já que a renda de pensão também é menor do que a de aposentadoria.

    O cálculo do valor a ser equacionado levou em consideração esses fatores de mortalidade e a situação do participante no plano. Cabe destacar que a redução ao longo do tempo se dá em relação ao montante arrecadado anualmente pela Petros. A alíquota de contribuição de cada participante permanece a mesma durante os cerca de 18 anos previstos para o PED e eventuais alterações no valor só ocorrem quando há mudança no salário ou no benefício do participante.

  • PP-3 - Perguntas e respostas<