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A Petros / Histórico
Histórico

Década de 1960

O estudo saiu do papel e, em abril de 1969, a assembleia-geral de acionistas da Petrobras aprovou o projeto, delegando ao Conselho de Administração da companhia poderes especiais para aprovar o estatuto e o regulamento básico, o que aconteceu em outubro daquele ano.

Histórico (Década de 1960) - Na reunião que aprovou a criação da Petros, Daphnis Souto, mentor intelectual da Fundação, dá explicações à diretoria da Petrobras. Crédito: Acervo pessoal / Daphnis Souto

Na reunião que aprovou a criação da Petros, Daphnis Souto, mentor intelectual da Fundação, dá explicações à diretoria da Petrobras. Crédito: Acervo pessoal / Daphnis Souto

Década de 1970

A Petros foi criada em 31 de março de 1970 e, na mesma data, a primeira Diretoria Executiva tomou posse. O início oficial das atividades, no entanto, ocorreu no dia 1º de julho daquele ano. No mesmo mês, a Fundação pagou o seu primeiro benefício, um pecúlio por morte. Dois meses após iniciar suas atividades, mais de 29 mil empregados da Petrobras e da Petros estavam inscritos no plano.

Para os trabalhadores, o plano de previdência complementar se traduziu em uma renda complementar para o período da aposentadoria. Para as empresas, tornou-se uma importante ferramenta para atração e retenção de talentos e de valorização profissional.

A Petros é pioneira no que chamamos de multipatrocínio, ou seja, administra planos de diversas empresas. Foi uma necessidade que surgiu logo no início das operações para contemplar outras empresas do Sistema Petrobras. Petroquisa, Petrobras Distribuidora e Braspetro foram as primeiras a aderir ao Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP), que, em 2018, passou a se chamar Plano Petros do Sistema Petrobras-Não Repactuados (PPSP-NR) e deu origem também ao Plano Petros do Sistema Petrobras- Repactuados (PPSP-R). Assim, em 1972, o número de participantes já se aproximava dos 32 mil.

Antigo logo da Petros

Década de 1980

Na década o número de participantes chegou a 80 mil, distribuídos em 17 patrocinadoras ligadas ao Sistema Petrobras, e mais de 18 mil benefícios foram concedidos.

Ilustração Jornal Petros (trabalhadores formando o símbolo da Petros)

Década de 1990

Com as privatizações, as empresas que deixaram de fazer parte do Sistema Petrobras mantiveram seus planos sob administração da Petros. Outras empresas, pertencentes ao mesmo grupo societário dos novos proprietários das ex-estatais, também confiaram à Petros a administração da previdência complementar de seus funcionários. A Fundação alterou seu estatuto e se tornou efetivamente uma entidade de previdência multipatrocinada e multiplano.

Em 1999, a Repsol YPF foi a primeira empresa, fora do Sistema Petrobras, a criar um plano sob administração da Petros.

Década de 2000

Em 2004, em mais um movimento de vanguarda, a Petros passou a administrar planos de previdência mantidos por associações e entidades de classe, os planos instituídos, em que a adesão do trabalhador ocorre por intermédio do vínculo associativo com o instituidor.

Em 2007, foi criado o Plano Petros-2 para os novos empregados do Sistema Petrobras. Sua estruturação foi fruto da negociação entre a representação dos trabalhadores e a patrocinadora, com assessoria dos especialistas da Petros.

Década de 2010

Em 2017, o Plano Petros-2 (PP-2) completou dez anos. Maior plano do país na modalidade contribuição variável, segundo a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), o PP-2 soma quase 50 mil participantes e um patrimônio de mais de R$ 17 bilhões.

Atualmente, a Petros é responsável por administrar um patrimônio de mais de R$ 80 bilhões, acumulados por cerca de 145 mil trabalhadores ao longo de toda uma vida. Entre eles, aproximadamente 71 mil estão exercendo suas atividades profissionais e outros 74 mil já alcançaram os requisitos necessários para receber aposentadoria ou pensão e desfrutam de seus benefícios mensalmente. Os valores pagos pela Fundação representam em média 70% da renda dos aposentados e pensionistas, proporção que comprova a importância da Petros para garantir a manutenção do padrão de consumo dos participantes após a aposentadoria.

 

 

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